Get Adobe Flash player

By A Web Design

Agenda de Artigos

« Fevereiro 2012 »
Seg Ter Qua Qui Sex Sáb Dom
    1 2 3 4 5
6 7 8 9 10 11 12
13 14 15 16 17 18 19
20 21 22 23 24 25 26
27 28 29        

Textos e Reflexões

Textos e Reflexões

Textos e Reflexões (8)

Qui, 24 de Fevereiro de 2011 17:23

O que você vai fazer no Carnaval?

WRITTEN_BY_MALE Pr. Antonio Marques
A ORIGEM DO CARNAVAL
O carnaval é considerado a maior festa popular. Não se tem o
sentido preciso da expressão “carnaval”, que, embora se saiba
que deriva do latim, pode vir de várias expressões naquela
língua. Ex. Carnelevãrium, carnilevãria, carnevale, etc.
supondo-se que a segunda parte da expressão seja “vale”, que
significa “adeus”, viria, então, a expressão “carnaval” do latim
“carnevale”, o mesmo que “adeus à carne”. Uma coisa é certa: o
carnaval, festa pagã, comemorada já por vários séculos, surgiu
ou ganhou grande força de uma ligação dos seus praticantes
com a celebração católica da quaresma, período de abstinência
da carne, como alimento, até a chegada da Páscoa, o que vamos
ver mais adiante.
A Enciclopédia Mirador diz assim sobre o carnaval: “Seu modelo
mais famoso, forneceu-o a Itália, sobretudo Roma, acompanhada
por Veneza, Florença, Turim, Ivrea e Nápoles; mas não
poucas cidades da Europa, fora da Itália, rendem ou renderam
culto ao deus carnavalesco”.
A Enciclopédia Mirador diz mais: “Num relacionamento
histórico mais próximo, e certamente mais concreto, é possível
localizar aquela origem em celebrações da antiguidade, de
caráter orgíaco, a exemplo das bacanais e das saturnais romanas”.
No Brasil, os festejos pré-carnavalescos têm início com as
comemorações da passagem de ano, se estendendo até a
chamada terça-feira gorda. “Aí é interrompido para a quaresma,
voltando no chamado sábado de Aleluia, quando se realizam
bailes idênticos aos de Momo.” (Enciclopédia Mirador Vol. 5 -
Pag. 2082-2083).
Com a instituição da quaresma, em que os católicos deviam se
abster do consumo de carne, as pessoas aproveitavam a
chamada terça-feira gorda para fazer grandes festas com grande
consumo de carne, já que na quarta-feira, dia seguinte,
começava o período de jejum de carne até a Páscoa. Daí a
origem da expressão “terça-feira gorda”, numa alusão ao fato
deles aproveitarem o último dia para comer bastante carne, na
véspera do início do período da quaresma, em que não podiam
consumir carne. Essas festas foram crescendo cada ano e novos
elementos foram sendo agregados a elas, como bebidas alcoólicas,
danças, chegando, pela associação dessas coisas, ao seu
caráter orgíaco, algo já antigo na raça humana, vindo desde o
Egito antigo e da Grécia.
Assim, o carnaval surgiu da intenção de se aproveitar ao máximo
os prazeres da carne até a véspera do início da quaresma, onde
se ficava quarenta dias em preparação para a Páscoa. Daí a
ex-pressão “adeus à carne” e a conhecida “terça-feira gorda”.
O DEUS CARNAVALESCO
O carnaval tem um deus, isto é, uma entidade espiritual que o
dirige. E diz-se que um culto é rendido a esse deus carnavalesco. Já
aqui começamos a ver que o carnaval, muito mais do que uma festa
alegre e despretensiosa, é uma forma de culto, culto pagão a um
fadada a terminar em tristeza e penitência. Mas, e o seu deus? Que
deus é esse? A enciclopédia Mirador diz assim: “Momo, figura
mitológica, filho do sono e da noite, era considerado deus pelos
antigos, com alçada (competência, ação) no campo das burlas e
censuras. Em sua representação simbólica, com uma das mãos
levanta a máscara e a segura, com a outra, uma espécie de cetro que
termina por uma cabeça grotesca - a da loucura. Para os carnavalescos,
tal divindade materializa-se na pessoa de um rei, que impera
sobre a folia com o espírito compreensivo (ou permissivo?*) de uma
potestade despida de preconceitos e disposta a aplicar seu mando
(poder) entre cantos alegres, danças e folguedos. Rei Momo I e
Único é a figura suprema da corte canavelesca carioca. Financiado
pelos cofres públicos, comparece a desfiles e bailes, lança proclamações,
em que proscreve aborrecimentos e tristezas, peregrina por
bairros e subúrbios distribuindo graças, e, passado o carnaval, desaparece,
retornando daí um ano, para o reinício pontual do seu
reinado”.
Filho do Sono e da Noite - As palavras “Sono e Noiteestão com
letras maiúsculas por mostrarem esses dois elementos como uma
força espiritual, ou um espírito, como a morte. Na verdade é isto
mesmo, segundo a feitiçaria que aí está embutida. E há uma
simbologia espiritual nisto:
Sono - É uma clara figura do entorpecimento da mente humana, da
cegueira espiritual que paira sobre as pessoas, levando-as a não
enxergarem as verdadeiras implicações espirituais desta festa
profana, bem como das coisas que praticam nesses dias. Isto nos faz
lembrar o que diz a Palavra de Deus: o mundo jaz (dorme) no
maligno. Você já percebeu que, no carnaval, as mentes das pessoas
ficam literalmente entorpecidas, dominadas pelo espírito da festa.
Já observou como ocorre uma mudança de personalidade, onde as
pessoas parecem sair de si mesmas, ficando possuídas das figuras
que escolhem para encarnar naqueles dias? Ex. Homens vestidos de
mulher, fantasiados de morte, etc.
Noite - Quando, dentro da chamada mitologia, Momo é chamado
de filho da Noite, a nós isto só pode soar bem estranho. E mais,
entendemos que esse espírito é derivado de tudo o que diz respeito
às trevas, algo absolutamente contrário à luz. E nos lembramos das
palavras bíblicas: Quem é nascido de Deus, vem para a luz, para
que as suas obras resplandeçam, porque são feitas em Deus. Mas
a Palavra da Verdade diz mais: Deus é luz, e não existem nele trevas
Eu sou de Deus e vou passar com Ele o meu feriado de carnaval...
A ORIGEM DO CARNAVAL
O carnaval é considerado a maior festa popular. Não se tem o sentido preciso da expressão “carnaval”, que, embora se saiba que deriva do latim, pode vir de várias expressões naquela língua. Ex. Carnelevãrium, carnilevãria, carnevale, etc.supondo-se que a segunda parte da expressão seja “vale”, que significa “adeus”, viria, então, a expressão “carnaval” do latim “carnevale”, o mesmo que “adeus à carne”. Uma coisa é certa: o carnaval, festa pagã, comemorada já por vários séculos, surgiu ou ganhou grande força de uma ligação dos seus praticantes com a celebração católica da quaresma, período de abstinência da carne, como alimento, até a chegada da Páscoa, o que vamos ver mais adiante. A Enciclopédia Mirador diz assim sobre o carnaval: “Seu modelo mais famoso, forneceu-o a Itália, sobretudo Roma, acompanhada por Veneza, Florença, Turim, Ivrea e Nápoles; mas não poucas cidades da Europa, fora da Itália, rendem ou renderam culto ao deus carnavalesco”. A Enciclopédia Mirador diz mais: “Num relacionamento histórico mais próximo, e certamente mais concreto, é possível localizar aquela origem em celebrações da antiguidade, de caráter orgíaco, a exemplo das bacanais e das saturnais romanas”. No Brasil, os festejos pré-carnavalescos têm início com as comemorações da passagem de ano, se estendendo até a chamada terça-feira gorda. “Aí é interrompido para a quaresma, voltando no chamado sábado de Aleluia, quando se realizam bailes idênticos aos de Momo.” (Enciclopédia Mirador Vol. 5 - Pag. 2082-2083). Com a instituição da quaresma, em que os católicos deviam se abster do consumo de carne, as pessoas aproveitavam a chamada terça-feira gorda para fazer grandes festas com grande consumo de carne, já que na quarta-feira, dia seguinte, começava o período de jejum de carne até a Páscoa. Daí a origem da expressão “terça-feira gorda”, numa alusão ao fato deles aproveitarem o último dia para comer bastante carne, na véspera do início do período da quaresma, em que não podiam consumir carne. Essas festas foram crescendo cada ano e novos elementos foram sendo agregados a elas, como bebidas alcoólicas, danças, chegando, pela associação dessas coisas, ao seu caráter orgíaco, algo já antigo na raça humana, vindo desde o Egito antigo e da Grécia. Assim, o carnaval surgiu da intenção de se aproveitar ao máximo os prazeres da carne até a véspera do início da quaresma, onde se ficava quarenta dias em preparação para a Páscoa. Daí a ex-pressão “adeus à carne” e a conhecida “terça-feira gorda”. O DEUS CARNAVALESCO O carnaval tem um deus, isto é, uma entidade espiritual que o dirige. E diz-se que um culto é rendido a esse deus carnavalesco. Já aqui começamos a ver que o carnaval, muito mais do que uma festa alegre e despretensiosa, é uma forma de culto, culto pagão a um deus próprio. Ainda que seja uma festa de alegria, está sempre fadada a terminar em tristeza e penitência. Mas, e o seu deus? Que deus é esse? A enciclopédia Mirador diz assim: “Momo, figura mitológica, filho do sono e da noite, era considerado deus pelos antigos, com alçada (competência, ação) no campo das burlas e censuras. Em sua representação simbólica, com uma das mãos levanta a máscara e a segura, com a outra, uma espécie de cetro que termina por uma cabeça grotesca - a da loucura. Para os carnavalescos, tal divindade materializa-se na pessoa de um rei, que impera sobre a folia com o espírito compreensivo (ou permissivo?*) de uma potestade despida de preconceitos e disposta a aplicar seu mando (poder) entre cantos alegres, danças e folguedos. Rei Momo I e Único é a figura suprema da corte canavelesca carioca. Financiado pelos cofres públicos, comparece a desfiles e bailes, lança proclamações, em que proscreve aborrecimentos e tristezas, peregrina por bairros e subúrbios distribuindo graças, e, passado o carnaval, desaparece, retornando daí um ano, para o reinício pontual do seu reinado”. Filho do Sono e da Noite - As palavras “Sono e Noiteestão com letras maiúsculas por mostrarem esses dois elementos como uma força espiritual, ou um espírito, como a morte. Na verdade é isto mesmo, segundo a feitiçaria que aí está embutida. E há uma simbologia espiritual nisto: Sono - É uma clara figura do entorpecimento da mente humana, da cegueira espiritual que paira sobre as pessoas, levando-as a não enxergarem as verdadeiras implicações espirituais desta festa profana, bem como das coisas que praticam nesses dias. Isto nos faz lembrar o que diz a Palavra de Deus: o mundo jaz (dorme) no maligno. Você já percebeu que, no carnaval, as mentes das pessoas ficam literalmente entorpecidas, dominadas pelo espírito da festa. Já observou como ocorre uma mudança de personalidade, onde as pessoas parecem sair de si mesmas, ficando possuídas das figuras que escolhem para encarnar naqueles dias? Ex. Homens vestidos de mulher, fantasiados de morte, etc. Noite - Quando, dentro da chamada mitologia, Momo é chamado de filho da Noite, a nós isto só pode soar bem estranho. E mais, entendemos que esse espírito é derivado de tudo o que diz respeito às trevas, algo absolutamente contrário à luz. E nos lembramos das palavras bíblicas: Quem é nascido de Deus, vem para a luz, para que as suas obras resplandeçam, porque são feitas em Deus. Mas a Palavra da Verdade diz mais: Deus é luz, e não existem nele trevas nenhuma. Eu sou de Deus e vou passar com Ele o meu feriado de carnaval...
Qui, 25 de Novembro de 2010 11:24

Espalhando o Amor de Deus. Por um Brasil Verdadeiramente Feliz.

WRITTEN_BY_MALE Pr. Rogerio

Espalhando o Amor de Deus. Por um Brasil Verdadeiramente Feliz.

Precisamos do mover do Espírito e de um avivamento de Deus, para continuarmos como Igreja da Orla a viver os Propósitos eternos de Deus e comunicá-los ao nosso redor, bem como espalhá-lo pelo Brasil e ao redor do Mundo.

Estamos vivendo um novo tempo! Espalhando o Amor de Deus.

Abaixo a transcrição de grande reflexão, de um colega, e servo, que é autenticada por cada um que já viveu, ou está vivendo este avivamento espiritual no Brasil ou em outro lugar do globo. Boa leitura e seja avivado por Deus.

Pr. Rogério Leite


Precisamos de um avivamento espiritual
Por Pr. João Falcão Sobrinho. Pastor e escritor

Há algumas características comuns aos avivamentos espirituais dos tempos bíblicos e na história da Igreja Cristã. Menciono apenas as mais comuns.

1. Os avivamentos sempre ocorrem em períodos de apostasia, decadência moral, quando há a quebra dos princípios éticos da Bíblia e resfriamento do fervor missionário, quando os ritos eclesiásticos se tornam rotinas sem qualquer interioridade, sem profundidade na alma.

2.  Os avivamentos resultam de uma ação profunda do Espírito Santo em resposta à sede espiritual de verdadeiros cristãos inconformados com a falta de vida cristã real, que dobram seus joelhos em sincero quebrantamento e intercessão.

3.  Quando os avivamentos descem sobre a igreja, a Bíblia deixa de ser um livro para ser estudado e se torna um manancial de realidades espirituais. Seus ensinos são praticados com alegria, como a busca por um real significado para a vida.

4. Cristo deixa de ser um personagem da história e passa a ser uma pessoa viva, real e presente no viver cotidiano dos discípulos como um amigo com quem se pode falar sentindo que ele realmente está ao nosso lado e podemos nos comprometer com ele.

5. A religião cristã passa a envolver a razão de fé e a emoção mais sadia na construção de um viver vitorioso. A vontade humana passa a ser direcionada para a realização do propósito de Deus. Ou seja: o verdadeiro avivamento se fundamenta na compreensão da verdade bíblica sem descartar as emoções e tange a vontade humana na direção da vontade de Deus.

6. Todos os avivamentos são acompanhados de impulsos espontâneos individuais e coletivos de arrependimento, confissão de pecado e endireitamento de vidas. Negócios escusos e lucros desonestos são recusados, viciados incorrigíveis são libertados dos seus vícios, corações sujos de desejos impuros são lavados, lábios dados à mentira passam a proferir somente a verdade, a soberba dá lugar à humildade, o egocentrismo cede a vez à solidariedade, os olhos cobiçosos passam a ter um olhar puro, a fidelidade em todos os sentidos toma o lugar da falsidade, a conformação com o mundo dá lugar à transformação pela renovação do entendimento e prática da vontade de Deus e isso é ser feliz.

7. Como resultado da mudança do comportamento dos crentes, da importância que a Palavra de Deus passa a ter em suas vidas e do nível de poder espiritual nos cultos das igrejas e na pregação, os avivamentos são acompanhados de conversões notáveis e em grande número. Conversões em massa, multidões afluindo espontaneamente aos templos e aos locais de pregação tangidas pelo Espírito de Deus e clamando por salvação, são características dos avivamentos.

8. Outra notável resultante dos avivamentos é o desprendimento dos bens materiais e a generosidade em contribuir com recursos materiais para progresso do Reino de Deus sem a necessidade de apelos ou campanhas.

9. Os avivamentos sempre encontram violenta oposição dos poderes satânicos e encontram feroz resistência dos poderes eclesiásticos estabelecidos, que veem no despertamento espiritual do povo uma ameaça ao seu poder hegemônico. Em Pentecostes, Satanás tentou ridicularizar a manifestação perceptível do Espírito Santo e não será diferente em nossos dias

Vida profunda em Cristo, fé interiorizada no coração de cada crente, espiritualidade verdadeira, busca por um viver santo, fidelidade e alegria na compreensão da Palavra de Deus, aceitação do sobrenatural pela realização do milagre do novo nascimento, amor fraternal radicado no perdão como estilo de vida e na ajuda mútua sem qualquer outro estímulo que não seja o amor, multidões de convertidos a Cristo, uma nova igreja, uma nova sociedade fundada no evangelho, alegria, profunda alegria no Espírito, paz no meio da tormenta de injustiças e violência do mundo, se é isso o que queremos um Brasil verdadeiramente feliz, nós queremos um avivamento espiritual e é por isso que devemos clamar a Deus

Acredito sinceramente que, para termos um Brasil verdadeiramente feliz, precisamos de um avivamento espiritual entre o povo de Deus nesta nação. Um avivamento em que o Espírito do Senhor torne real a presença libertadora de Jesus Cristo na alma dos brasileiros. Para que sejam anunciadas as Boas-Novas com poder do Espírito e não apenas com a competência profissional midiática. Para que sejam libertados os escravos do Diabo, libertados os oprimidos pelos pecados aceitos e promovidos pela trans-modernidade e que fazem do povo brasileiro um povo eufórico, mas não feliz, evangélico em grande parte, sem o evangelho, nominalmente cristão, mas sem Cristo, por isso sem a felicidade que somente Cristo pode dar”.

Seg, 04 de Outubro de 2010 14:14

Escola Bíblica Discipuladora

WRITTEN_BY_MALE Pr. Rogerio

Escola Bíblica Discipuladora

Nestes próximos meses de Outubro a Janeiro, estaremos estudando como Igreja pelas manhãs, o Tema, Como Nos Tornar Uma Igreja Contagiante.

Nossa Visão é ser uma igreja viva, contemporânea, saudável e que faz diferença na comunidade onde está inserida. Para que isso acontece, precisamos ser contagiados pela Palavra do Senhor, e andar no poder do Seu Espírito, crescendo na graça, no amor e praticando toda a Verdade do Reino de Deus." Seguindo a verdade em amor, cresçamos em tudo, naquele que é o Cabeça, Cristo" Ef.4.20

Precisamos Contagiar o Mundo com a Mensagem do Amor e da Transformação da Cruz.

Venha e participe desta série de estudos especiais. Todos os Domingos às 09:h30 da manhã. Esperamos você!

Deus te abençoe

Pr. Rogério Leite

Ministro de Discipulado

Qui, 23 de Setembro de 2010 11:19

BREVE REFLEXÃO SOBRE LIDERANÇA

WRITTEN_BY_MALE Ritchie

BREVE REFLEXÃO SOBRE LIDERANÇA

Fala-se com freqüência do papel dos líderes, quer eles sejam comunitários, religiosos ou políticos. Observa-se que em todos os casos tratam-se de pessoas que fazem ou fizeram diferença dentro de suas comunidades, seus países e até do mundo.
Pode-se citar Martin Luther King que aos 19 anos de idade se tornou pastor Batista e se transformou no líder negro mais conhecido do mundo. Foi ele que lutou contra a segregação racial nos Estados Unidos e que escreveu um dos discursos mais lidos e também mais lindos do mundo, onde ele fala sobre liberdade e paz.
Pode-se também falar de Jesus Cristo, um homem que morreu aos 33 anos e nunca freqüentou nenhuma universidade, mais que mudou a história da humanidade, não há quem não conheça seus ensinamentos. Foi dele a mensagem citada em Mateus capítulos 5 e 6 onde ele prega sobre as Bem Aventuranças.
Pode-se se citar um líder brasileiro, Chico Mendes que foi criado na floresta Amazônica sem jamais ter freqüentado uma sala de aula, tendo que trabalhar aos 9 anos de idade, porém foi ele responsável pela mais eficaz militância ecológica já ocorrida no Brasil e se transformou no símbolo mundial da luta pela preservação da Amazônia.
O que estes líderes tinham em comum? Todos foram mártires, porque eles não se deixavam dominar pelo conformismo ou pela alienação, pois proclamavam a liberdade e principalmente tinham um sonho (de mudança e transformação) . Estes grandes homens fizeram a sua própria história e foram responsáveis pela mudança de comportamento de milhares e milhares de pessoas, eles tinham o poder de influenciar as pessoas, porém não as manipulavam. Como estas criaturas puderam de alguma forma chegar neste estágio? Através do poder da comunicação, e é deste poder que vou escrever. Como estes homens conseguiram liderar multidões.
Afinal o que é ser um líder? É ter o poder de comunicar às pessoas o potencial de cada uma delas, incentivando-as a descobrir seu próprio caminho e sua capacidade intrínseca, que por algum motivo pode estar adormecida. É dar condições para que os liderados possam liberar suas capacidades criativas e produtivas. Ser líder é estar disposto a ouvir e principalmente ter uma comunicação ou linguagem respeitosa. Um bom líder é aquele que divide as responsabilidades e é flexível na medida certa, se adaptando rapidamente ao ocorrer situações adversas. É aquele que faz parte integrante de uma equipe e que se envolve de corpo e alma em algum projeto. Ele deve ser visionário lutando pelos direitos de seus liderados. Ele ajuda o seu grupo crescer com seu entusiasmo e motivação e está sempre disposto a vibrar quando ocorrem vitórias.


Observa-se, que na maioria das vezes, estas pessoas (líderes) são criticadas e discutem-se a respeito do que elas devem fazer, e se esquecem de refletir sobre aquilo que elas devem ser. Neste caso o que se deve levar em consideração é o caráter, personalidade, honestidade e profissionalismo. O bom líder não se deslumbra com o poder porque ser líder não é um cargo nem posição social. Estas pessoas sabem esperar o tempo certo para propor mudanças, surpreendendo a todos pelos resultados obtidos, fazendo muito mais que o combinado.
Eclesiastes 3 diz o seguinte:
1-Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo propósito debaixo do céu.
2-Há tempo de nascer, e tempo de morrer; tempo de plantar, e tempo de arrancar o que se plantou;
3- Tempo de matar, e tempo de curar; tempo de derrubar, e tempo de edificar;
4-Tempo de chorar, e tempo de rir; tempo de prantear, e tempo de dançar;
5-Tempo de espalhar pedras, e tempo de ajuntar pedras; tempo de abraçar, e tempo de afastar-se de abraçar;
6- Tempo de buscar, e tempo de perder; tempo de guardar, e tempo de lançar fora;
7-Tempo de rasgar, e tempo de coser; tempo de estar calado, e tempo de falar;
8-Tempo de amar, e tempo de odiar, tempo de guerra, e tempo de paz.

Deixo para você leitor, uma reflexão sobre os homens citados anteriormente: Martin Luther King, Jesus Cristo e Chico Mendes. Trata-se de pessoas que souberam esperar o tempo certo para lutar pelos seus ideais e principalmente usaram seu poder de comunicação de uma forma consciente e audaciosa, e desta forma mudaram o curso da história, transformando idéias e quebrando paradigmas.
Vocês líderes de suas comunidades ou empresários, meu desejo é que tenham este espírito de luta e coragem para vencer as vivicitudes diárias e que jamais deixem de sonhar.

Fonte: http://www.administradores.com.br/informe-se/artigos/breve-reflexao-sobre-lideranca/30343/
Site: www.administradores.com.br

Ter, 14 de Setembro de 2010 13:56

A Carroça

WRITTEN_BY_MALE Pr. Antonio Marques
Certa manhã, um pai, muito sábio, convidou seu filho a dar um passeio no bosque e ele aceitou com prazer. Ele se deteve numa clareira e depois de um pequeno silêncio me perguntou: - Além do cantar dos pássaros, você está ouvindo mais alguma coisa?
O filho apurou os ouvidos alguns segundos e respondeu:
- Estou ouvindo um barulho de carroça.
- Isso mesmo, disse o pai, é uma carroça vazia.
Perguntou o filho ao pai: - Como pode saber que a carroça está vazia, se ainda não a vimos?
- Ora, respondeu o pai. É muito fácil saber que uma carroça está vazia por causa do barulho. Quanto mais vazia a carroça maior é o barulho que faz. Ao contrário, quando uma carroça cheia de serviço carregada de coisas a transportar, o barulho é mínimo e, na verdade, nem se percebe.
Assim também acontece conosco na família, no trabalho e na igreja. Quando vemos uma pessoa falando demais, reclamando demais, gritando (no sentido de intimidar), tratando o próximo com grossura inoportuna, prepotente, interrompendo a conversa de todo mundo e, querendo demonstrar que é a dona da razão e da verdade absoluta, podemos analisar a vida deste membro do grupo, seja este de que tipo for, e teremos a impressão de ouvir a voz daquele pai da história, dizendo: "Quanto mais vazia a carroça, mais barulho ela faz."
Eu, hein, a coisa que menos quero para a minha vida é ser como uma carroça vazia, vivendo minha vida entre um ranger de dentes e de coração. Vou buscar todos os dias ser conhecido como a carroça cheia (como pai, esposo, colega de trabalho e irmão de igreja), que vive feliz e abençoado a trabalhar alegremente e ser útil para os que estão à minha volta. Que tal fazer o mesmo?
Deus abençoe você e eu neste propósito.
Pastor Antonio Marques
Certa manhã, um pai, muito sábio, convidou seu filho a dar um passeio no bosque e ele aceitou com prazer. Ele se deteve numa clareira e depois de um pequeno silêncio me perguntou: - Além do cantar dos pássaros, você está ouvindo mais alguma coisa?
O filho apurou os ouvidos alguns segundos e respondeu:
- Estou ouvindo um barulho de carroça.
- Isso mesmo, disse o pai, é uma carroça vazia.
Perguntou o filho ao pai: - Como pode saber que a carroça está vazia, se ainda não a vimos?
- Ora, respondeu o pai. É muito fácil saber que uma carroça está vazia por causa do barulho. Quanto mais vazia a carroça maior é o barulho que faz. Ao contrário, quando uma carroça cheia de serviço carregada de coisas a transportar, o barulho é mínimo e, na verdade, nem se percebe.
Assim também acontece conosco na família, no trabalho e na igreja. Quando vemos uma pessoa falando demais, reclamando demais, gritando (no sentido de intimidar), tratando o próximo com grossura inoportuna, prepotente, interrompendo a conversa de todo mundo e, querendo demonstrar que é a dona da razão e da verdade absoluta, podemos analisar a vida deste membro do grupo, seja este de que tipo for, e teremos a impressão de ouvir a voz daquele pai da história, dizendo: "Quanto mais vazia a carroça, mais barulho ela faz."
Eu, hein, a coisa que menos quero para a minha vida é ser como uma carroça vazia, vivendo minha vida entre um ranger de dentes e de coração. Vou buscar todos os dias ser conhecido como a carroça cheia (como pai, esposo, colega de trabalho e irmão de igreja), que vive feliz e abençoado a trabalhar alegremente e ser útil para os que estão à minha volta. Que tal fazer o mesmo?
Deus abençoe você e eu neste propósito.
Pastor Antonio Marques
Sex, 28 de Agosto de 2009 22:17

De Uma Gota a um Oceano...

WRITTEN_BY_FEMALE Gessyane Damasceno Hoffman

Existem coisas que acontecem hoje, e só viremos a entender daqui há um tempo.

mais ou menos uns nove anos atrás, eu ainda não morava em Vila Velha, e numa madrugada de muita chuva, durante a gravidez da minha filha eu me levantei para orar a Deus.

Muitas inquietações tomavam conta de mim, muitas dúvidas, estava vivendo um momento difícil e eu me prostrei chorando. Enquanto orava ouvia o barulho da chuva que caía lá fora incessantemente por toda aquela noite.

Foi quando me levantei e comecei a olhar pela janela, e através dos vidros fechados eu pude ver uma pequena gota que caia, se juntando a uma outra gota que escorria pela janela, tornando-se, então uma gota bem maior. Ao mesmo tempo outras gotas em outros cantos da vidraça se juntavam formando outras tantas gotas maiores que, de forma desordenada aos meus olhos, porém perfeita, iam formando um caminho de água que descia pelo canto da janela, escorria pela parede, chegava até o chão e descia a rua numa enxurrada até se perder de vista.

Nesse momento me lembrei das aulas de ciências, quando aprendia sobre o ciclo da água e Deus começou a me fazer perceber que todas aquelas gotinhas tão pequeninas iriam de uma forma ou de outra parar no mar.

De uma gota a um oceano! Foi essa a frase que o Espírito Santo colocou em meu coração e em meio as minhas lágrimas pude ver a perfeição nos propósitos de Deus.

Ainda que sejamos pequenos e frágeis como uma gota dágua, podemos crer que, assim como nós, existem tantas outras pequenas e frágeis gotas. Em Itapoã, em Itaipé, no Rio Grande do Sul, em Cuba... gotinhas que, sem saberem que existem outras iguais a si, se juntam e começam a adorar a Deus, a dispor daquilo que tem, a se derramarem na presença do Senhor, e a descerem pelas ruas, pelas casas, pelos morros, como uma grande enxurrada de unção, vão levando a palavra, lavando o pecado, trazendo vida por onde passam e agora não mais como uma gotinha, mas sim com a força de um oceano que move as hidrelétricas e  liga os povos banhando as nações.

Assim, Deus está levantando uma multidão de missionários, de servos, de pequenas gotinhas, que, mesmo sem perceberem, tem se juntado mundo afora de gotinha em gotinha, como eu e você, até chegarem a ser um oceano que possa abrir comportas, gerar unção, ligar vidas a Cristo e banhar as nações com as águas que vem do grande Rio de Deus.

Você pode se sentir apenas uma gotinha, como eu me sentia naquela madrugada, mas hoje eu sei, que uma gotinha apenas pode ser essencial nesse grande oceano de Deus.


Gessyane Damasceno Hoffman

Sex, 28 de Agosto de 2009 22:15

Transformando o Mundo Jovem

WRITTEN_BY_FEMALE Gessyane Damasceno Hoffman

Cada época traz consigo uma geração que marca seu tempo com cortes de cabelo e penteados diferentes,  roupas e calçados que definem a moda, música e protestos.

Nos anos sessenta foram os Beatles, as cinturas modeladas, os penteados casulo, e uma ideologia rebelde contra a rigidez do sistema.

Já nos anos 70 viu-se Woodstock, a ideologia de paz e amor em contraste com a guerra do Vietnã, o visual hippie tomava conta da moda e daquela juventude regada a drogas, sexo livre e Jimy Hendrix.

Hoje, já no novo século, as meninas não usam mais as saias bufantes dos anos 60,e talvez nem saibam cantar um sucesso dos Beatles, não protestam mais nas ruas por ideologias nem hasteiam bandeiras, afinal as gerações passadas cumpriram com efeito o seu papel e conquistaram toda a liberdade da qual desfrutamos , porém mesmo com roupas e contextos muito diferentes, os jovens de hoje ainda que em silêncio, sem se reunirem em praças nem pintarem a cara para protestar contra algo, gritam por socorro do alto dos morros do tráfico e dos apartamentos de luxo a beira mar, através da rebeldia e da violência.

Não tem mais identidade, não sabem mais pelo que lutar, a não ser pela sanidade de suas próprias mentes diante de tudo o que ouvem e vêem todos os dias.

Não tem mais nomes, só apelidos, não tem pais, só mães que se desdobram em dois ou três serviços para sustentar a casa e os vícios, não tem ideologia, não tem voz, vivem apenas do consolo de uma balada, uma ficada, uma cheirada...

Porém, o mesmo evangelho que levantou missionários, que promoveu o avivamento da rua Azuza, que despertou lideres em todas as épocas, hoje impacta Radicais a deixarem suas casas e viverem em extremos de miséria no mundo, transforma viciados em crentes fiéis e pescadores de almas, move intercessores, torce o coração de jovens que trocam suas carreiras pelas mãos no arado, e faz com que um simples membro dessa geração sem notoriedade nem fama todos os domingos se transforme em um Kapturador.

Eu creio sim num grande avivamento em nossa época e em nossa cidade, creio na salvação do Abacateiros, creio realmente que o evangelho tem poder para quebrar o domínio das drogas e do tráfico, e creio acima de tudo que Deus ainda hoje chama a você jovem para dar um sentido a essa geração e a sua própria vida.

É tempo! Tudo o que Deus precisa está ou estará no seio da igreja. Será que esse “tudo” não é você?


Gessyane Damasceno Hoffman

 

Sex, 28 de Agosto de 2009 22:09

Transformando o Mundo Pelo Poder da Cruz

WRITTEN_BY_FEMALE Gessyane Damasceno Hoffman

Transformação. Essa palavra sempre me pareceu algo muito concreto por achar impossível entender o sentido desse termo sem a manifestação física e notória desse significado; Ou seja, transformação de verdade a gente vê na cara!
Gosto muito daqueles programas em que podemos ver o antes e depois de alguém que se submete a uma transformação. Sempre ficamos espantados com as mudanças, talvez daí a minha grande paixão pelas borboletas e pela forma como elas vão de uma lagarta sem nenhum atrativo e quase asquerosa a um inseto colorido e belo.
O mais interessante de uma transformação é que ela precisa de um agente transformador, seja ele o tempo, as hábeis mãos de um cabeleireiro e maquiador ou até a própria natureza.
Pensando por esse lado, a nossa responsabilidade como igreja do Senhor Jesus diante de tantas realidades necessitadas de transformação, aumenta sobremaneira, afinal, nessa questão, somos nós os que conduzem a Cristo.
Cristo através do seu sacrifício na cruz foi o maior agente transformador de toda a história da humanidade.
A cruz transforma galhos secos em carvalhos de justiça, leitos de morte em fontes de vida, noite em dia e trevas em luz.
Cristo nos transformou para que possamos falar desse poder transformador que é o evangelho.
Se hoje olhamos para os lados e vemos situações dignas de mudanças, isso nos mostra que nós, não temos feito muita diferença.
Nesse mês que temos como tema “O poder transformador da cruz”, precisamos nos lembrar não apenas da responsabilidade sobre nós depositada como igreja mas também das armas e autoridade a nós delegada como tais.
Nós somos a única porta pela qual a mudança virá sobre a sociedade e o mundo.
Nenhuma política social, nenhum método educacional, nenhum homem por mais bem intencionado que seja tem em suas mãos o poder que nós temos como igreja de Deus na terra.
Só nós podemos apontar a Cristo e mostrar a uma simples lagarta que ela pode se tornar uma bela borboleta... e voar...