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Seg, 11 de Abril de 2011 10:43

ECOS DA VIDA

Um filho e um pai caminhavam pela montanha de repente , o menino cai , se machuca e grita:

- Ai !!!!!!!

Para sua surpresa , escuta sua voz se repetindo em algum lugar da montanha:

- Ai !!!!!!!

Curioso o menino pergunta :

- Quem é você?

E recebe como resposta :

- Quem é você?

Contrariado grita :

- Seu covarde!

E escuta como resposta :

- Seu covarde!

O menino olha para o pai e pergunta , aflito:

- O que é isso?

O pai sorri e fala:

- Meu filho , preste atenção.

Então o pai grita em direção à montanha:

- Eu admiro você!

A voz responde:

- Eu admiro você!

De novo o homem grita:

- Você é um campeão!

A voz responde:

- Você é um campeão!

E o seu pai explica:

- As pessoas chamam isso ECO, mas , na verdade, isso é a VIDA .

A vida lhe dá de volta tudo o que você diz, tudo que você deseja de bom ou de mau aos outros.

A nossa vida é simplesmente o reflexo das nossas ações.

Se você quer mais AMOR, COMPREENSÃO, SUCESSO, HARMONIA, FELICIDADE, crie mais AMOR, COMPREENSÃO, HARMONIA, FELICIDADE no seu coração.

Se agir assim, a VIDA lhe dará FELICIDADE, SUCESSO, AMOR das pessoas que lhe cercam.

Reflita e melhore sua vida enquanto há tempo , crie bons Ecos em sua vida e à sua volta, fale somente palavras que tragam Vida e não morte. Com isto você estará garantindo sua boa colheita.

 

Extraido e Adaptado

Qui, 24 de Fevereiro de 2011 17:23

O que você vai fazer no Carnaval?

A ORIGEM DO CARNAVAL
O carnaval é considerado a maior festa popular. Não se tem o
sentido preciso da expressão “carnaval”, que, embora se saiba
que deriva do latim, pode vir de várias expressões naquela
língua. Ex. Carnelevãrium, carnilevãria, carnevale, etc.
supondo-se que a segunda parte da expressão seja “vale”, que
significa “adeus”, viria, então, a expressão “carnaval” do latim
“carnevale”, o mesmo que “adeus à carne”. Uma coisa é certa: o
carnaval, festa pagã, comemorada já por vários séculos, surgiu
ou ganhou grande força de uma ligação dos seus praticantes
com a celebração católica da quaresma, período de abstinência
da carne, como alimento, até a chegada da Páscoa, o que vamos
ver mais adiante.
A Enciclopédia Mirador diz assim sobre o carnaval: “Seu modelo
mais famoso, forneceu-o a Itália, sobretudo Roma, acompanhada
por Veneza, Florença, Turim, Ivrea e Nápoles; mas não
poucas cidades da Europa, fora da Itália, rendem ou renderam
culto ao deus carnavalesco”.
A Enciclopédia Mirador diz mais: “Num relacionamento
histórico mais próximo, e certamente mais concreto, é possível
localizar aquela origem em celebrações da antiguidade, de
caráter orgíaco, a exemplo das bacanais e das saturnais romanas”.
No Brasil, os festejos pré-carnavalescos têm início com as
comemorações da passagem de ano, se estendendo até a
chamada terça-feira gorda. “Aí é interrompido para a quaresma,
voltando no chamado sábado de Aleluia, quando se realizam
bailes idênticos aos de Momo.” (Enciclopédia Mirador Vol. 5 -
Pag. 2082-2083).
Com a instituição da quaresma, em que os católicos deviam se
abster do consumo de carne, as pessoas aproveitavam a
chamada terça-feira gorda para fazer grandes festas com grande
consumo de carne, já que na quarta-feira, dia seguinte,
começava o período de jejum de carne até a Páscoa. Daí a
origem da expressão “terça-feira gorda”, numa alusão ao fato
deles aproveitarem o último dia para comer bastante carne, na
véspera do início do período da quaresma, em que não podiam
consumir carne. Essas festas foram crescendo cada ano e novos
elementos foram sendo agregados a elas, como bebidas alcoólicas,
danças, chegando, pela associação dessas coisas, ao seu
caráter orgíaco, algo já antigo na raça humana, vindo desde o
Egito antigo e da Grécia.
Assim, o carnaval surgiu da intenção de se aproveitar ao máximo
os prazeres da carne até a véspera do início da quaresma, onde
se ficava quarenta dias em preparação para a Páscoa. Daí a
ex-pressão “adeus à carne” e a conhecida “terça-feira gorda”.
O DEUS CARNAVALESCO
O carnaval tem um deus, isto é, uma entidade espiritual que o
dirige. E diz-se que um culto é rendido a esse deus carnavalesco. Já
aqui começamos a ver que o carnaval, muito mais do que uma festa
alegre e despretensiosa, é uma forma de culto, culto pagão a um
fadada a terminar em tristeza e penitência. Mas, e o seu deus? Que
deus é esse? A enciclopédia Mirador diz assim: “Momo, figura
mitológica, filho do sono e da noite, era considerado deus pelos
antigos, com alçada (competência, ação) no campo das burlas e
censuras. Em sua representação simbólica, com uma das mãos
levanta a máscara e a segura, com a outra, uma espécie de cetro que
termina por uma cabeça grotesca - a da loucura. Para os carnavalescos,
tal divindade materializa-se na pessoa de um rei, que impera
sobre a folia com o espírito compreensivo (ou permissivo?*) de uma
potestade despida de preconceitos e disposta a aplicar seu mando
(poder) entre cantos alegres, danças e folguedos. Rei Momo I e
Único é a figura suprema da corte canavelesca carioca. Financiado
pelos cofres públicos, comparece a desfiles e bailes, lança proclamações,
em que proscreve aborrecimentos e tristezas, peregrina por
bairros e subúrbios distribuindo graças, e, passado o carnaval, desaparece,
retornando daí um ano, para o reinício pontual do seu
reinado”.
Filho do Sono e da Noite - As palavras “Sono e Noiteestão com
letras maiúsculas por mostrarem esses dois elementos como uma
força espiritual, ou um espírito, como a morte. Na verdade é isto
mesmo, segundo a feitiçaria que aí está embutida. E há uma
simbologia espiritual nisto:
Sono - É uma clara figura do entorpecimento da mente humana, da
cegueira espiritual que paira sobre as pessoas, levando-as a não
enxergarem as verdadeiras implicações espirituais desta festa
profana, bem como das coisas que praticam nesses dias. Isto nos faz
lembrar o que diz a Palavra de Deus: o mundo jaz (dorme) no
maligno. Você já percebeu que, no carnaval, as mentes das pessoas
ficam literalmente entorpecidas, dominadas pelo espírito da festa.
Já observou como ocorre uma mudança de personalidade, onde as
pessoas parecem sair de si mesmas, ficando possuídas das figuras
que escolhem para encarnar naqueles dias? Ex. Homens vestidos de
mulher, fantasiados de morte, etc.
Noite - Quando, dentro da chamada mitologia, Momo é chamado
de filho da Noite, a nós isto só pode soar bem estranho. E mais,
entendemos que esse espírito é derivado de tudo o que diz respeito
às trevas, algo absolutamente contrário à luz. E nos lembramos das
palavras bíblicas: Quem é nascido de Deus, vem para a luz, para
que as suas obras resplandeçam, porque são feitas em Deus. Mas
a Palavra da Verdade diz mais: Deus é luz, e não existem nele trevas
Eu sou de Deus e vou passar com Ele o meu feriado de carnaval...
A ORIGEM DO CARNAVAL
O carnaval é considerado a maior festa popular. Não se tem o sentido preciso da expressão “carnaval”, que, embora se saiba que deriva do latim, pode vir de várias expressões naquela língua. Ex. Carnelevãrium, carnilevãria, carnevale, etc.supondo-se que a segunda parte da expressão seja “vale”, que significa “adeus”, viria, então, a expressão “carnaval” do latim “carnevale”, o mesmo que “adeus à carne”. Uma coisa é certa: o carnaval, festa pagã, comemorada já por vários séculos, surgiu ou ganhou grande força de uma ligação dos seus praticantes com a celebração católica da quaresma, período de abstinência da carne, como alimento, até a chegada da Páscoa, o que vamos ver mais adiante. A Enciclopédia Mirador diz assim sobre o carnaval: “Seu modelo mais famoso, forneceu-o a Itália, sobretudo Roma, acompanhada por Veneza, Florença, Turim, Ivrea e Nápoles; mas não poucas cidades da Europa, fora da Itália, rendem ou renderam culto ao deus carnavalesco”. A Enciclopédia Mirador diz mais: “Num relacionamento histórico mais próximo, e certamente mais concreto, é possível localizar aquela origem em celebrações da antiguidade, de caráter orgíaco, a exemplo das bacanais e das saturnais romanas”. No Brasil, os festejos pré-carnavalescos têm início com as comemorações da passagem de ano, se estendendo até a chamada terça-feira gorda. “Aí é interrompido para a quaresma, voltando no chamado sábado de Aleluia, quando se realizam bailes idênticos aos de Momo.” (Enciclopédia Mirador Vol. 5 - Pag. 2082-2083). Com a instituição da quaresma, em que os católicos deviam se abster do consumo de carne, as pessoas aproveitavam a chamada terça-feira gorda para fazer grandes festas com grande consumo de carne, já que na quarta-feira, dia seguinte, começava o período de jejum de carne até a Páscoa. Daí a origem da expressão “terça-feira gorda”, numa alusão ao fato deles aproveitarem o último dia para comer bastante carne, na véspera do início do período da quaresma, em que não podiam consumir carne. Essas festas foram crescendo cada ano e novos elementos foram sendo agregados a elas, como bebidas alcoólicas, danças, chegando, pela associação dessas coisas, ao seu caráter orgíaco, algo já antigo na raça humana, vindo desde o Egito antigo e da Grécia. Assim, o carnaval surgiu da intenção de se aproveitar ao máximo os prazeres da carne até a véspera do início da quaresma, onde se ficava quarenta dias em preparação para a Páscoa. Daí a ex-pressão “adeus à carne” e a conhecida “terça-feira gorda”. O DEUS CARNAVALESCO O carnaval tem um deus, isto é, uma entidade espiritual que o dirige. E diz-se que um culto é rendido a esse deus carnavalesco. Já aqui começamos a ver que o carnaval, muito mais do que uma festa alegre e despretensiosa, é uma forma de culto, culto pagão a um deus próprio. Ainda que seja uma festa de alegria, está sempre fadada a terminar em tristeza e penitência. Mas, e o seu deus? Que deus é esse? A enciclopédia Mirador diz assim: “Momo, figura mitológica, filho do sono e da noite, era considerado deus pelos antigos, com alçada (competência, ação) no campo das burlas e censuras. Em sua representação simbólica, com uma das mãos levanta a máscara e a segura, com a outra, uma espécie de cetro que termina por uma cabeça grotesca - a da loucura. Para os carnavalescos, tal divindade materializa-se na pessoa de um rei, que impera sobre a folia com o espírito compreensivo (ou permissivo?*) de uma potestade despida de preconceitos e disposta a aplicar seu mando (poder) entre cantos alegres, danças e folguedos. Rei Momo I e Único é a figura suprema da corte canavelesca carioca. Financiado pelos cofres públicos, comparece a desfiles e bailes, lança proclamações, em que proscreve aborrecimentos e tristezas, peregrina por bairros e subúrbios distribuindo graças, e, passado o carnaval, desaparece, retornando daí um ano, para o reinício pontual do seu reinado”. Filho do Sono e da Noite - As palavras “Sono e Noiteestão com letras maiúsculas por mostrarem esses dois elementos como uma força espiritual, ou um espírito, como a morte. Na verdade é isto mesmo, segundo a feitiçaria que aí está embutida. E há uma simbologia espiritual nisto: Sono - É uma clara figura do entorpecimento da mente humana, da cegueira espiritual que paira sobre as pessoas, levando-as a não enxergarem as verdadeiras implicações espirituais desta festa profana, bem como das coisas que praticam nesses dias. Isto nos faz lembrar o que diz a Palavra de Deus: o mundo jaz (dorme) no maligno. Você já percebeu que, no carnaval, as mentes das pessoas ficam literalmente entorpecidas, dominadas pelo espírito da festa. Já observou como ocorre uma mudança de personalidade, onde as pessoas parecem sair de si mesmas, ficando possuídas das figuras que escolhem para encarnar naqueles dias? Ex. Homens vestidos de mulher, fantasiados de morte, etc. Noite - Quando, dentro da chamada mitologia, Momo é chamado de filho da Noite, a nós isto só pode soar bem estranho. E mais, entendemos que esse espírito é derivado de tudo o que diz respeito às trevas, algo absolutamente contrário à luz. E nos lembramos das palavras bíblicas: Quem é nascido de Deus, vem para a luz, para que as suas obras resplandeçam, porque são feitas em Deus. Mas a Palavra da Verdade diz mais: Deus é luz, e não existem nele trevas nenhuma. Eu sou de Deus e vou passar com Ele o meu feriado de carnaval...
Ter, 14 de Setembro de 2010 13:56

A Carroça

Certa manhã, um pai, muito sábio, convidou seu filho a dar um passeio no bosque e ele aceitou com prazer. Ele se deteve numa clareira e depois de um pequeno silêncio me perguntou: - Além do cantar dos pássaros, você está ouvindo mais alguma coisa?
O filho apurou os ouvidos alguns segundos e respondeu:
- Estou ouvindo um barulho de carroça.
- Isso mesmo, disse o pai, é uma carroça vazia.
Perguntou o filho ao pai: - Como pode saber que a carroça está vazia, se ainda não a vimos?
- Ora, respondeu o pai. É muito fácil saber que uma carroça está vazia por causa do barulho. Quanto mais vazia a carroça maior é o barulho que faz. Ao contrário, quando uma carroça cheia de serviço carregada de coisas a transportar, o barulho é mínimo e, na verdade, nem se percebe.
Assim também acontece conosco na família, no trabalho e na igreja. Quando vemos uma pessoa falando demais, reclamando demais, gritando (no sentido de intimidar), tratando o próximo com grossura inoportuna, prepotente, interrompendo a conversa de todo mundo e, querendo demonstrar que é a dona da razão e da verdade absoluta, podemos analisar a vida deste membro do grupo, seja este de que tipo for, e teremos a impressão de ouvir a voz daquele pai da história, dizendo: "Quanto mais vazia a carroça, mais barulho ela faz."
Eu, hein, a coisa que menos quero para a minha vida é ser como uma carroça vazia, vivendo minha vida entre um ranger de dentes e de coração. Vou buscar todos os dias ser conhecido como a carroça cheia (como pai, esposo, colega de trabalho e irmão de igreja), que vive feliz e abençoado a trabalhar alegremente e ser útil para os que estão à minha volta. Que tal fazer o mesmo?
Deus abençoe você e eu neste propósito.
Pastor Antonio Marques
Certa manhã, um pai, muito sábio, convidou seu filho a dar um passeio no bosque e ele aceitou com prazer. Ele se deteve numa clareira e depois de um pequeno silêncio me perguntou: - Além do cantar dos pássaros, você está ouvindo mais alguma coisa?
O filho apurou os ouvidos alguns segundos e respondeu:
- Estou ouvindo um barulho de carroça.
- Isso mesmo, disse o pai, é uma carroça vazia.
Perguntou o filho ao pai: - Como pode saber que a carroça está vazia, se ainda não a vimos?
- Ora, respondeu o pai. É muito fácil saber que uma carroça está vazia por causa do barulho. Quanto mais vazia a carroça maior é o barulho que faz. Ao contrário, quando uma carroça cheia de serviço carregada de coisas a transportar, o barulho é mínimo e, na verdade, nem se percebe.
Assim também acontece conosco na família, no trabalho e na igreja. Quando vemos uma pessoa falando demais, reclamando demais, gritando (no sentido de intimidar), tratando o próximo com grossura inoportuna, prepotente, interrompendo a conversa de todo mundo e, querendo demonstrar que é a dona da razão e da verdade absoluta, podemos analisar a vida deste membro do grupo, seja este de que tipo for, e teremos a impressão de ouvir a voz daquele pai da história, dizendo: "Quanto mais vazia a carroça, mais barulho ela faz."
Eu, hein, a coisa que menos quero para a minha vida é ser como uma carroça vazia, vivendo minha vida entre um ranger de dentes e de coração. Vou buscar todos os dias ser conhecido como a carroça cheia (como pai, esposo, colega de trabalho e irmão de igreja), que vive feliz e abençoado a trabalhar alegremente e ser útil para os que estão à minha volta. Que tal fazer o mesmo?
Deus abençoe você e eu neste propósito.
Pastor Antonio Marques
Seg, 30 de Agosto de 2010 14:00

Nem sempre estamos certos

Nem sempre estamos certos

 

Certo dia uma moça estava à espera de seu vôo na sala de embarque de um aeroporto.

Resolveu comprar um livro para passar o tempo. Também comprou um pacote de biscoitos.

Então ela achou uma poltrona numa parte reservada do aeroporto para que

pudesse descansar e ler em paz.

Ao lado dela se sentou um homem. Quando ela pegou o primeiro biscoito, o homem

também pegou um.

Ela se sentiu indignada, mas não disse nada. Ela pensou para si: "Mas que cara-de-pau! Se

eu estivesse mais disposta, lhe daria um soco no olho para que ele nunca mais

esquecesse!"

A cada biscoito que ela pegava, o homem também pegava um. Aquilo à deixava tão indignada

que ela não conseguia reagir. Restava apenas um biscoito e ela pensou: "O que será

que o abusado vai fazer agora?"

Então o homem dividiu o biscoito ao meio, deixando a outra metade para ela. Aquilo a

deixou irada e bufando de raiva. Ela pegou o seu livro e as suas coisas e dirigiu-se ao embarque.

Quando sentou confortavelmente em seu assento, para surpresa dela o seu pacote de biscoito

estava ainda intacto, dentro de sua bolsa. Ela sentiu muita vergonha, pois quem

estava errada era ela, e já não havia mais tempo para pedir desculpas. O homem dividiu

os seus biscoitos sem se sentir indignado, enquanto que ela tinha ficado muito transtornada.

Quantas vezes em nossa vida, comemos os biscoitos dos outros, e não temos sequer a

consciência disto?

Pense com clareza. Há quem proceda de forma muito diferente da que você gostaria que

fosse? Isso tira a sua calma e lhe dá a impressão de que ninguém gosta de você? Mas

raciocine claramente. Não será um desejo forte de receber, de satisfazer as próprias

necessidades o motivo desse estado de espírito?

Mude agora mesmo. Busque mais dar do que receber. Você é capaz dessa mudança. Só

podemos transformar o mundo à nossa volta, quando formos capazes de mudar a nós

mesmos.

Sáb, 29 de Agosto de 2009 16:59

Por quê Igreja da Orla??

Neste momento em que completamos 25 anos como igreja o Senhor tem dado à Primeira Igreja Batista em Itapoã um grande desafio e uma visão.

Durante a sua história PIB em Itapoã sempre atendeu ao chamado do Senhor para acompanhá-lo em seu agir e deixar-se usar por Deus para a edificação do Reino e a salvação de vidas em toda a parte. Como fruto desta obediência, temos a alegria de ter organizado 25 igrejas (Cristóvão Colombo, Riviera da Barra e 23 igrejas-filhas em Cuba), e participar hoje do sustento direto e indireto de cerca de 110 no Brasil e no Mundo. Cuba, Itapé, Rio Grande do Sul, aonde Deus mandou, sempre fomos! Agora o Senhor incomoda profundamente o coração da Igreja em relação ao seu campo missionário mais próximo, a sua “Jerusalém”, a Orla de Vila Velha.

São dezenas de milhares de pessoas que ainda não conhecem o Senhor Jesus e que estão vivendo em nossa orla à espera da mensagem de salvação do amor de Deus. Idosos, casais, crianças, jovens, famílias inteiras que têm uma qualidade de vida material privilegiada, mas que, na maioria das vezes, sofre de um vazio espiritual devassador, capaz de levá-los ao desânimo e ao desespero e não poucas vezes a desistir da vida, deixando de cumprir o propósito divino para o qual foram criados. As areias das praias são testemunhas de vidas que se acabam nas drogas e na prostituição, num contraste cruel: de um lado, a beleza do mar criado por Deus e do outro lado, a tristeza da degradação moral e espiritual da obra-prima da criação divina, o homem. A população da Orla procura respostas para um vazio espiritual que só pode ser preenchido pelo amor de Deus.

É por entender isto e por perceber neste tempo, como num abrir de olhos espirituais, que a Primeira Igreja Batista em Itapoã foi despertada pelo Espírito Santo para o fato de que Deus a colocou junto aos moradores da Orla, dando-lhe visão, dons, talentos, idéias e características adequadas e uma profunda paixão pelas almas, para que ela possa levar-lhes a mensagem do Evangelho e envolvê-los na obra redentora de Deus, cooperando com a evangelização do mundo.

É por esta convicção espiritual que a PIB em Itapoã aceita o convite de Deus e abraça o desafio de ser IGREJA DA ORLA, com o propósito de adequar seus sonhos, projetos, estratégias e jeito de ser, de modo a alcançar os moradores da orla de Vila Velha e levar-lhes a crer e confiar suas vidas ao Senhor Jesus Cristo, compreendendo como é bom viver nos braços de Deus!”.

Pastor Antonio Marques